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Chega a três mil o número de doentes na fronteiriça Beitbridge, ao sul da capital Harare
A cidade de Beitbridge está cheia de emigrantes, caminhoneiros, trabalhadoras sexuais, crianças desacompanhadas e pessoas desesperadas tentando encontrar uma vida melhor – principalmente tentando atravessar a fronteira em direção à África do Sul.
Com a atual crise econômica e política do Zimbábue, os serviços básicos estão em falta, principalmente em uma cidade como essa, onde o crescimento é totalmente descontrolado. O lixo está espalhado por toda parte. O esgoto corre a céu aberto nas ruas de Beitbridge. Quase todo dia há falta de água e energia elétrica.
O número de pacientes de cólera é muito alto na cidade de 40 mil habitantes. Quase três mil pessoas já foram contaminadas pela doença. "Normalmente a cólera começa com alguns poucos casos e só temos um ápice depois de algumas semanas", explica Luís María Tello, coordenador de emergências de MSF em Beitbridge. Pesquisas em andamento vão confirmar se as pessoas que estão doentes se contaminaram pela mesma via ao mesmo tempo, como o coordenador suspeita.
MSF está tratando do surto de cólera no Zimbábue desde o início, em agosto deste ano, e vai continuar a cuidar dos pacientes em todo o país enquanto for necessário. O surto já atingiu muitas províncias do país, mas é maior na capital Harare e em sua região metropolitana, onde MSF instalou dois centros de tratamente de cólera no Hospital de doenças infecciosas e na Policlínica de Budiriro. Até hoje, a organização tratou cerca de quatro mil pacientes em Harare e outros mil e trezentos no distritio de Mudzi, na fronteira com Moçambique. Apesar do número de pacientes continuar alto, as novas internações estão estáveis em aproximadamente 350 por dia em Harare.
MSF também está cobrindo as áreas rurais do sul de Harare e as províncias de Masvingo e Manicaland, onde casos de cólera foram descobertos em várias cidades.
A organização está trabalhando o máximo possível ao lado do Ministério da Saúde do Zimbábue e ajudando a treinar trabalhadores sanitários para tratar pacientes e controlar novos surtos. MSF mobilizou equipe emergencial no terreno nas áreas mais afetadas e está enviando suprimentos vitais a todas as áres. A organização vai continuar a investigar informações sobre novos casos e a trabalhar para conter o surto nas áreas mais afetadas pelo tempo que for necessário.
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