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Mercado cheio de civis foi atingido no último dia 15
Equipes médicas da organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) trabalhando no hospital de Abs, no Iêmen, trataram mais de 40 pacientes feridos depois de dois ataques aéreos mortais a um mercado no vilarejo de Khamis, no distrito de Mustaba, no norte da província de Hajja. Duas pessoas morreram a caminho do hospital e quatro pacientes chegaram em estado grave, incluindo uma criança de oito anos de idade que havia sido encaminhada para cuidados neurocirúrgicos especializados. MSF condena mais esse exemplo de como a guerra está sendo conduzida no Iêmen – com total descaso com a vida de civis – e pede, mais uma vez, para que os grupos beligerantes protejam a população.
Fontes locais confirmam que, no momento do ataque, que aconteceu ao meio-dia do dia 15 de março, Khamis estava lotada de pessoas reunidas para a realização semanal do mercado. Dezenas de civis estavam presentes no momento do ataque aéreo, incluindo mulheres, crianças e idosos, e muitos foram feridos ou mortos.
“As pessoas dessa região vivem em meio à insegurança há meses; muitas foram deslocadas. Elas já passaram por tanta coisa, e esse tipo de violência faz delas ainda mais vulneráveis”, afirma Albert Stern, coordenador de MSF em Abs.
Cerca de um ano de ataques regulares no norte de Hajja forçaram mais de 90 mil pessoas a buscar refúgio no sul do distrito de Abs. Recentemente, MSF visitou os centros de saúde de Khamis e constatou que as instalações estão praticamente inoperantes e o pessoal médico local vive com medo constante de ser alvo de bombardeios.
Desde abril do último ano, MSF oferece cuidados médicos aos deslocados por meio de clínicas móveis em acampamentos para pessoas deslocadas internamente. A organização tem provido mais de 275 mil litros de água diariamente para 17 mil deslocados na área e, em janeiro, distribuiu mais de 150 kits não alimentares para uma onda de recém-chegados. Em julho de 2015, MSF reabilitou o Hospital Rural de Abs e passou a atuar ali, oferecendo cuidados de emergência e cirúrgicos, serviços de maternidade, pediatria e pós-operatórios.
Apesar da chegada de novos deslocados de áreas mais ao norte e um evidente aumento das necessidades humanitárias nos acampamentos, MSF está preocupada com a redução da assistência. “O ataque de ontem não foi o primeiro e é pouco provável que seja o último. A violência constante e indiscriminada nessa região está gerando necessidades humanitárias que estão aumentando a cada dia. Agora não é o momento de as organizações humanitárias reduzirem suas respostas”, enfatiza Juan Prieto, representante de MSF no Iêmen.
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