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ONGs nacionais e internacionais enviaram carta ao Ministro da Saúde pedindo que se cumpra a promessa de emitir licenças compulsórias para produção local de 4 medicamentos do coquetel da aids. Eles representam 80% dos gastos do país com antiretrovirais
Um grupo formado por 150 ONGs nacionais e internacionais protocolou na última sexta-feira, 6 de maio de 2005, uma carta ao Ministro da Saúde do Brasil, Humberto Costa, pedindo que se cumpra o prazo estabelecido por ele em março para a emissão da licença compulsória de três medicamentos que compõem o coquetel da aids distribuído pelo país. Quatro medicamentos – Efavirenz, Tenofovir, Nelfinavir e Kaletra – representam 70% dos gastos do Ministério da Saúde com antiretrovirais. A licença compulsória seria pedida para três desses quatro medicamentos.
Veja abaixo a íntegra do documento entregue ao Ministro Humberto Costa.
Rio de Janeiro, 5 de maio de 2005.
Ao Excelentíssimo SenhorHumberto CostaMinistro de Estado da SaúdeDeclaração da Sociedade Civil sobre as negociações brasileiras para obtenção delicenças voluntárias de remédios para Aids.
Nos últimos quatro anos, em várias ocasiões, o Brasil declarou-se pronto para emitir a licença compulsória de medicamentos anti-retrovirais que são distribuídos pelo Programa Nacional de Aids. Mas, até hoje, isso ainda não foi feito, apesar do fato de que o orçamento desse programa estar cada vez mais comprometido.
Hoje, cerca de 80% do orçamento do Programa Nacional de Aids são gastos com aimportação de remédios patenteados. 70% são utilizados para a compra de quatromedicamentos protegidos por patentes: Lopinavir/Ritonavir, Tenofovir, Efavirenz eNelfinavir. Laboratórios públicos e privados do Brasil produzem somente 7 dos 16medicamentos que compõem o tratamento anti-retroviral, ao passo que existe capacidade local para produzir todos os remédios necessários.
Desde 15 de Março de 2005, o Ministério da Saúde está negociando licenças voluntárias com a Abbott, Gilead e Merck, respectivamente para Lopinavir/Ritonavir, Tenofovir e Efavirenz, quando o Ministro deu um ultimato para que esses laboratórios transferissem voluntariamente a tecnologia para a produção por laboratórios públicos brasileiros. Caso as companhias transnacionais não demonstrassem interesse em fazê-lo, o governo decretaria a licença compulsória. Em ambos os casos, royalties seriam pagos ao detentor da patente.
Três semanas após o vencimento do prazo dado pelo ministro, não existe indicação clara da intenção das companhias transnacionais em conceder a licença voluntária desses produtos. Mesmo assim, o Ministério da Saúde não tomou nenhuma decisão.É incompreensível a falta de ação por parte das autoridades brasileiras. No plano internacional, o Brasil tem defendido publicamente o uso das flexibilidades previstas no acordo TRIPS da Organização Mundial de Comércio e a Declaração de Doha sobre TRIPS e saúde pública. Mas, quando é chegado o momento de transformar essa postura arrojada em atos que beneficiem a população brasileira, o governo brasileiro assemelha-se a um tigre sem dentes. As flexibilidades previstas na lei de patentes estão dispostas para dar ao governo as ferramentas para agir.
Nós queremos que o ministério da saúde tome as providências necessárias, imediatamente, por meio da concessão de licenças compulsórias para os medicamentos, a fim de garantir a sustentabilidade do sucesso do programa de Aids e permitir a exportação dos medicamentos que são produzidos no Brasil para os países em desenvolvimento que necessitam deles.
Contato:
Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual – GTPI – da Rede Brasileira pela Integraçãodos Povos – RebripCoordenação:Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids – AbiaR. da Candelária 79, 10º andar – CentroRio de Janeiro – RJ 20091-020tel: +21-2223-1040abia@abiaids.org.br
Subscrevem:
Brasil
1- Ação da Cidadania Contra a Fome a Miséria e Pela Vida2- ACP-Sempre Viva3- Advocaci4- Amigos da Terra/BR5- AMOCAVIM6- ANIS: Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero7- APTA8- Articulação AIDS Pernambuco9- Articulação Brasileira de Lésbicas- ABL10- Articulação Um Mundo Uma Luta (UMUL)11- Associação brasileira de associações não-governamentais (ABONG – 270 ONGsassociadas)12- Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA)13- Associação de Ação Solidária – Asas14- Associação de Travestis Unidas na Luta pela Cidadania15- Associação S.I.D.A – Saúde, Integração e Direitos Assegurados16- Casa Fonte Colombo – Centro de Promoção da Pessoa Soropostivo-HIV17- Centro de Convivência Joana D'arc18- Centro de Cultura Luiz Freire19- Centro de Educação Sexual (CEDUS)20- Centro de Estudos e Ação da Mulher Urbana e Rural – Ser Mulher21- Centro de Referencia Integral de Adolescentes – CRIA22- CERCONVIDH-DDH-RJ23- CFEMEA24- Childhope Brasil25- CMS/Paraná – Coordenação dos Movimentos Sociais26- CNTE/Confederação dos Trabalhadores em Educação27- Conectas28- CUT/Paraná29- Fase30- Federação de Bandeirantes do Brasil31- FETRAF-SUL/CUT32- Fórum de ONGs/AIDS de Pernambuco33- Fórum de ONGs/AIDS do Maranhão34- Fórum de ONG/Aids do Estado de São Paulo35- GAPA/RP36- Gestão Comunitária37- Gestos- Soropositividade, Comunicação e Gênero38- Grupo de Educação à Prevenção a Aids em Sorocaba (GEPASO)39- Grupo Palavra de Mulher40- Grupo de Incentivo a Vida (GIV)41- Grupo de Integração Social, Apoio ao Portador do HIV/Aids e Informações Gerais(VHIVER,)42- Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo (GTP+)43- Grupo Otimismo44- Grupo Pela Vidda/RJ45- IDEC46- INESC47- ISP Brasil48- Instituição Beneficente Conceição Macedo – IBCM49- Instituto AMMA Psique e Negritude50- Instituto Cultural Barong51- Instituto Patrícia Galvão – Comunicação e Mídia52- Instituto Vivendo de Desenvolvimento Integral da Terceira Idade53- Marcha Mundial de Mulheres54- MOPAIDS (Movimento Paulistanto de Articulação e Luta contra a AIDS)55- Movimento D ´ELLAS56- Movimento Livre Cidadania e Direitos Humanos57- Mulheres de Keto58- Nova Pesquisa59- PACS60- Pastoral de DST/Aids – CNBB61- Projeto Esperança – Apoio e Prevenção as DST/HIV/Aids62- Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais (80 instituições associadas)63- Rede Brasileira Pela Integração dos Povos (Rebrip – 35 instituições associadas)64- Rede Gapa (Grupo de Apoio e Prevenção a AIDS – 18 associados)65- Rede Nacional de Pessoas Soropositivas (RNP+ Brasil)66- Rede Nacional Feminista de Saúde67- RNP+ Bahia68- RNP+ Ceará69- RNP+ Maranhão70- RNP+ SAMPA71- RNP+/Sudeste72- Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Ensino Público doEstado do Paraná – APP73- Sinos – Organização para o Desenvolvimento da Comunicação Social74- SOS CORPO Instituto Feminista para a Democracia75- SOS Hepatites
Internacional:
76- ACT UP East Bay, Oakland, CA (EUA)77- ACT UP New York – New York, NY, USA78- ACT UP- Paris79- ActionAid Internacional80- Actions Traitements (França)81- Advocacy Focal Person Zimbabwe Activists Against HIV & AIDS.82- AGB/Seção Catalão83- AGIHAS – PLWHA Support group – (Letônia)84- Agua Buena (Costa Rica)85- AID FOR AIDS International (Nova Iorque/EUA)86- Alianza Solidaria para la Lucha Contra el VIH/SIDA. ASOLSIDA (RepúblicaDominicana)87- ALCS Maroc (Association for the fight against Aids)88- ASICAL89- Associação POSITIVO – Grupos de Apoio e Auto Ajuda (Portugal)90- Association of Polish Consumers (Polônia)91- Association SunAids (Camarões)92- Cadreur réalisateur93- Centre de Recherche Cultures (França)94- Centro de Investigación en Sida (Cinsida – Argentina)95- Coalición Ecuatoriana de Personas que Viven con HIV/SIDA (CEPVVS – Equador)96- Concertación Interamericana de Mujeres Activistas por los Derechos Humanos (CostaRica)97- Conselho Internacional de ONGs com Serviços em HIV/AIDS (ICASO)98- Conselho Latino Americano e Caribenho de ONGs com Serviços em HIV/AIDS –LACCASO99- DAWN (Development Alternatives with Women for a New Era)100- Ecuadorian Coalition of People Living with HIV/AIDS101- El Closet de Sor Juana, México102- European AIDS Treatment Group103- Founder of the Hepatitis, AIDS, Research Trust104- Foundation for Integrative AIDS Research (FIAR – Brooklyn, NY, USA)105- Fundação Portuguesa "A Comunidade Contra a Sida"106- Fundación REDVIHDA – nacionalflorida@yahoo.com.ar107- Fundación Vencer Organizacion de Personas que viven con el VIH/SIDA (Paraguai)108- Grupo Assistencial SOS VIDA109- Gay Men's Health Crisis (New York – EUA)110- Grupo de Ayuda Mutua de PVVS (Peru)111- Grupo Português de Activistas sobre Tratamentos de VIH/SIDA – GAT112- Health GAP (Global Access Project – EUA)113- ICW Latina114- IDH (Bolívia)115- International Alliance of Women (IAW)116- Institute for Agriculture and Trade Policy (IATP- EUA)117- KEPKA-Consumers Protection Centre,118- Kevin Outterson – Associate Professor of Law West Virginia University (EUA)119- Medecin Sante Publique120- Médecins Sans Frontières121- Medical mission sisters (Belgium)122- Middle East Childrens' Alliance, Berkeley, CA (EUA)123- Mieux Vivre avec le Sida (Nigéria)124- Mom Sunshine (Camarões)125- National Association of People Living with HIV/AIDS (NAPWA Australia)126- Pablo Anamaria Coordinadora Peruana de PVVS127- Peoples Health Movement, (India)128- People's Movement for Human Rights Learning (EUA)129- Positive Malaysian Treatment Access Advocacy Group (MTAAG+)130- Public Services International (França)131- Red Latinoamericana de Personas que viven con Vih/Sida (RedLa+)132- Red de Pvvs Mar del Plata133- Réseau pour l'accès aux médicaments essentiels (Burkina Faso)134- Ruban Rouge135- Rwanda National Faciliattion Team HIV/AIDS136- Search For A Cure (EUA)137- Seattle RESULTS (EUA)138- SIDACTION (França)139- Solidarité Mondiale Belgique140- Southern Initiatives (Índia)141- Special Audiences, Inc. (New Jersey/EUA)142- SOS Sida (República Democrática do Congo)143- Thai AIDS Treatment Action Group (TTAG/Tailândia)144- The Canadian HIV/AIDS Legal Network145- The Committee of Arab and African Families United to Survive AIDS146- The Global Network of People Living with HIV/AIDS (Holanda)147- Vivo Positivo (Chile)148- WTO Watch Group (Pakistan)149- Washington Biotechnology Action Council Seattle (EUA)
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