Genocídio no Ruanda

A MSF já trabalhava no Ruanda quando cerca de 800 mil ruandeses da etnia tutsi foram assassinados por milicianos de etnia hutu. A organização tomou a decisão sem precedentes de pedir intervenção armada internacional no país com uma justificação simples: “não se faz parar um genocídio com equipas médicas”.

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Paciente de 8 anos em clínica móvel da MSF em Ambatomena, Madagascar.
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