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Mais de 8 mil pessoas foram infectadas e 400 morreram no país africano. Médicos Sem Fronteiras pede que governo angolano tome medidas imediatas
O número de casos confirmados de cólera em Angola é hoje de 8.930 pessoas infectadas e 413 mortas – desde que o surto da doença começou no país em fevereiro. No final da semana passada, 250 novos pacientes chegavam diariamente para serem tratados nos centros montados por Médicos Sem Fronteiras no país. Esta semana o número dobrou para 500 novos casos por dia.
"Estamos com medo de que a epidemia esteja fora de controle", diz Richard Veerman, coordenador geral de MSF em Angola. "A cólera já estava se espalhando rapidamente. Ontem começou a chover, o que torna mais difícil conter seu avanço".
MSF faz um apelo para que as autoridades angolanas reconheçam oficialmente a epidemia e tomem as medidas necessárias para contê-la. A organização está preocupada com a lentidão das autoridades angolanas em reagir ao problema. "Além de declarar a epidemia como uma emergência, as autoridades devem requisitar ajuda internacional".
Segundo Richard Veerman, as autoridades precisam disponibilizar mais equipamentos médicos e profissionais de saúde aptos para combater a cólera. "Elas precisam fazer muito mais em termos de fornecer água filtrada para a população nas áreas afetadas e ao redor delas. Outra necessidade é incrementar as campanhas informativas para que a população de Angola saiba melhor como prevenir a infecção. As províncias ainda não afetadas pela epidemia também devem ser trabalhadas", explica Veerman.
Apesar da colaboração com o Ministério da Saúde ter sido boa na parte administrativa, MSF pede que as autoridades facilitem e agilizem a liberação de produtos médicos na alfândega de Angola. Materiais como Ringer Lactato e cloro precisam chegar rapidamente aos centros de tratamento, já que o estoque está baixando.
Desde o início do surto, 5.000 pessoas foram tratadas por MSF em cinco centros médicos de Luanda. Equipes e material também foram deslocados para as províncias de Bengo, Benguela, Cuanza Norte e Malange. MSF abriu ontem um centro de cólera em Bengo.
"Até agora conseguimos tratar todos os infectados por cólera que vieram ao nosso centro. Mas o estado atual da epidemia sugere que veremos mais casos nos próximos dias ou semanas. Nossos centros já operam em capacidade máxima. Sem um esforço maior, a começar pelas autoridades, veremos provavelmente muitas pessoas ficarem doentes e morrerem", diz Luis Encinas, coordenador de emergência médica.
A cólera é uma infecção intestinal aguda causada pelo Vibrio cholerae, uma bactéria transmitida principalmente através da ingestão de água ou de alimentos contaminados.
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