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Segundo dados da OMS, desde o início de 2006 até 5 de novembro, 58.138 casos de cólera foram registrados no país
Depois de um novo surto de cólera surgido após a chegada das chuvas, Médicos Sem Fronteiras (MSF) decidiu reabrir seu projeto em Lubango, no sul de Angola. Desde o início de novembro, o número de pacientes continuou crescendo – atualmente são 1.427 – e a taxa de mortalidade ainda está muito alta.
Após um primeiro surto da epidemia registrado no início do ano, a cólera voltou a golpear duramente Angola. Com o crescimento do número de casos e o aparecimento de novos focos da doença, MSF decidiu realizar uma intervenção de emergência pela segunda vez este ano e fazer um apelo às autoridades de saúde angolanas e às organizações internacionais que estão trabalhando no país para que assumam sua responsabilidade na luta contra a epidemia. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), desde o início de 2006 até o dia 5 de novembro, 58.138 casos de cólera foram registrados no país.
Em Lubango, a capital da província de Huila, MSF atendeu aproximadamente 600 pacientes em um Centro de Tratamento de Cólera (CTC) durante o primeiro surto da epidemia. Esse surto parecia controlado em julho e a infra-estrutura e o equipamento que restaram foram passados para as autoridades de saúde para que pudessem atender necessidades futuras. Atualmente, com o número de casos de cólera aumentando de novo, MSF pede uma ação imediata.
“Outros grupos, particularmente os que têm a responsabilidade de purificar e distribuir a água, devem atuar mais em Lubango", defendeu o Dr. Andrei Slavuckij, chefe de operações de MSF em Angola. "Agora, chegam entre 50 a 60 pacientes a cada dia, se os passos importantes para prevenir a doença não forem realizados, o número de casos aumentará ainda mais. As chuvas são mais fortes, fazendo com que o trabalho das equipes fique mais difícil". Além disso, na última semana, surgiram casos de diarréia hemorrágica. Uma investigação epidemiológica está sendo realizada.
MSF enviou 17 trabalhadores internacionais – equipes médicas e logísticas – para a ação de emergência que será realizada em Lubango com a colaboração de funcionários locais. Também foi enviado um avião com 19 toneladas de equipamento logístico e médico, necessário para o funcionamento do CTC e para monitorar o suprimento de água na cidade em colaboração com a administração local.
Outra equipe de MSF está fazendo uma avaliação das necessidades em outras regiões onde a epidemia aparece ter se propagado. No hospital de Ondjiva, a capital da província de Cunene, 394 pacientes precisam urgentemente de tratamento.
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