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Um Salim é uma das milhões de pessoas que deixaram o país em busca de proteção em terras europeias
Um Salim é uma mulher de 32 anos de Daraa, no sul da Síria. Ela vivia uma vida feliz com seu marido e filhos na cidade quando uma condição cardíaca a levou a se comprometer com um medicamento para o resto de sua vida. Ela estava conseguindo manter seu tratamento até que a inteligência síria prendeu seu marido por participar de manifestações públicas pacíficas. Alguns meses depois, ele morreu sob tortura durante um interrogatório, em junho de 2011.
Um Salim vivia em Nawa, um vilarejo de Daraa, que se tornou alvo de bombardeios perpetrados pelo governo em 2012. Ela precisou se deslocar pela Síria diversas vezes até 2013, procurando um lugar seguro em Daraa, longe das bombas. Ela se mudou para a Turquia, onde ficou até conseguir lugar em uma embarcação inflável para ela e seus filhos de quatro e cinco anos rumo à Grécia. Quando chegaram à França, acabaram ficando em Calais, na área chamada de “selva”. A viagem levou três semanas.
“Eu estou aqui em Calais há quatro meses. Eu e meus filhos estamos sofrendo com as más condições climáticas e, como mãe solteira, não é fácil viver em lugar algum. É mais difícil ainda aqui na ‘selva’, e estou querendo me juntar ao meu pai, que está em Londres”, diz ela. “Deixei o restante da minha família na Síria, após perder dois tios e quatro irmãos por conta dos bombardeios e ataques aéreos do governo sírio em Daraa. Não conheço ninguém na França e falo apenas árabe. Por isso, preciso estar com meu único parente na Europa”, disse Um Salim.
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