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Destruição do hospital Al Quds deixou ao menos 14 mortos. O número ainda pode aumentar
O bombardeio do hospital Al Quds, apoiado pela organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF), na cidade de Aleppo, no norte da Síria, na noite da última quarta-feira (27/04), deixou ao menos 14 mortos, incluindo dois médicos.
De acordo com profissionais do hospital em campo, a instalação foi destruída por ao menos um ataque aéreo que atingiu diretamente o prédio, deixando apenas escombros. Outros ataques aéreos na vizinhança também atingiram áreas próximo do hospital.
“MSF condena categoricamente esse ataque ultrajante direcionado mais uma vez a uma instalação médica na Síria”, diz Muskilda Zancada, coordenadora-geral de MSF na Síria. “Esse ataque devastador destruiu um hospital vital em Aleppo, e o principal centro de referência em cuidados pediátricos na área. Onde está a indignação entre aqueles que detêm o poder e a obrigação de dar um fim a essa carnificina?”
A situação na cidade de Aleppo, onde têm se instalado consistentemente as frentes de batalha desse conflito brutal, já era crítica mesmo antes desse ataque. Estima-se que 250 mil pessoas ainda estejam na cidade, que assistiu a aumentos dramáticos na intensidade dos bombardeios, confrontos e fatalidades nas últimas semanas. Apenas uma estrada permanece aberta para a entrada e a saída de áreas não controladas pelo governo. Se ela for bloqueada, a cidade ficará sitiada.
Ao longo da última semana, diversas outras estruturas médicas foram atacadas e destruídas em Aleppo, e cinco profissionais de resgate da organização de Defesa Civil síria foram mortos. MSF doava suprimentos médicos para o hospital Al Quds desde 2012, e construiu uma relação de trabalho muito forte com os profissionais dali.
“Em meio a essa tragédia, a dedicação e o comprometimento da equipe do Al Quds, trabalhando sob condições inimagináveis, foram firmes ao longo desse conflito sangrento”, continuou Zancada.
O hospital de 34 leitos oferecia diversos serviços, incluindo emergência, cuidados obstétricos, ambulatório, internação, unidade de terapia intensiva (UTI) e centro cirúrgico. Oito médicos e 28 enfermeiros trabalhavam 24 horas no hospital, que era o principal centro de referência pediátrica em Aleppo.
MSF mantém seis instalações médicas no norte da Síria e apoia mais de 150 hospitais e centros de saúde no país, muitos dos quais em áreas sitiadas. Diversos hospitais no norte e no sul da Síria foram bombardeados desde o início de 2016, incluindo sete deles apoiados por MSF – nos quais ao menos 42 pessoas foram mortas, incluindo ao menos 16 profissionais médicos.
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