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Após trabalhar com MSF em um projeto na Amazônia, Luiz Otávio Guimarães inicia seu primeiro projeto fora do Brasil
A relação entre o administrador amazonense Luiz Otávio Guimarães, de 32 anos, e Médicos Sem Fronteiras (MSF) é de longa data. Mesmo antes de se formar pela Universidade Federal do Amazonas, ele trabalhou como integrante da equipe nacional de MSF no projeto do Vale do Javari, na Amazônia. Onze anos depois, partiu em sua primeira missão fora do Brasil: Guimarães está no Malauí, onde trabalhará em um projeto de atendimento a portadores de HIV, fornecendo medicamentos para os doentes e preparando a área para receber possíveis casos de cólera, doença endêmica no país. A partir de hoje, ele conta um pouco dessa experiência em seu "Diário de Bordo".
O administrador diz que a experiência atual é mais marcante que já vivenciou com MSF. "Presenciar que 20% da população adulta é portadora de HIV é bastante triste e estressante. Sem falar nas crianças que também são soropositivas e nem entendem o que isso significa", desabafa Guimarães, que é casado e pai de uma menina.
Mesmo já tendo trabalhado com MSF, Guimarães teve de participar do processo de seleção para partir para o projeto internacional. "Participei do processo em agosto de 2007. A seleção era voltada para a contratação de médicos e enfermeiros, mas como já tinha uma experiência com MSF, resolvi me candidatar", explica.
Na África, o que não faltou foram desafios. "Apesar de achar que estava preparado, encontrei algumas dificuldades. O próprio idioma é uma a ser superada. Também é necessário respeitar a cultura e modos de onde estamos", afirma o administrador.
Luiz Otávio Guimarães ficará um ano no Malauí e acredita que o maior desafio é atrair a atenção de todos para as situações precárias que existem no mundo. "Acredito que não tenho a utopia de conseguir atender todas as situações de emergência, mas com certeza poderíamos diminuir muito o sofrimento das vítimas se mais pessoas se preocupassem com isso", defende.
Para quem deseja trabalhar com MSF, ele dá um conselho: "Primeiro é necessário ter certeza de que quer mesmo participar de um projeto humanitário. Essa convicção ajuda a suportar cenários bastantes tristes que vemos. Mas esses mesmos cenários são fatores que motivam a continuar o trabalho com MSF", diz.
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