A Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelos pacientes atendidos em seus projetos.
Como organização médica, buscamos sempre oferecer o melhor tratamento disponível aos nossos pacientes. O trabalho de MSF envolve uma grande variedade de atividades, desde a organização de campanhas…
Veja as principais atualidades sobre as atividades da Médicos Sem Fronteiras.
Saiba mais sobre os nossos projetos no terreno e as nossas atividades em todo o mundo.
Assista aos vídeos sobre o trabalho da Médicos Sem Fronteiras em diversos projetos pelo mundo.
Ouça as histórias e as experiências vividas por quem está nas linhas da frente das emergências humanitárias.
O que vemos e registamos sobre o trabalho das nossas equipas e as populações que apoiamos.
Participe nos nossos eventos, online ou presenciais, para apoiar e saber mais sobre o nosso trabalho.
Profissionais portugueses contam as experiências nos diversos projetos da MSF.
Pode ajudar a MSF de várias formas, fazendo donativos, divulgando o trabalho e angariando fundos para a concretização dos projetos.
O seu donativo faz a diferença, ajuda-nos a levar cuidados médicos a quem mais precisa.
Faça a consignação do seu IRS à Médicos Sem Fronteiras e ajude-nos a salvar vidas!
A MSF depende inteiramente de donativos privados para fazer chegar assistência médica-humanitária a quem mais precisa.
Procuramos novas formas de chegar a cada vez mais pessoas, com o objetivo de envolvê-las com a nossa missão.
Faça do seu testamento, um testamento solidário incluindo a Médicos Sem Fronteiras.
A sua empresa pode fazer a diferença. Juntos podemos fazer ainda mais.
Se tem uma multa ou uma contra-ordenação, saiba que pode fazer o pagamento à Médicos Sem Fronteiras Portugal.
Equipes de MSF utilizam clínicas móveis para levar diagnóstico e tratamento até áreas remotas
A malária é endêmica no Burundi. Nos últimos meses, a presença do mosquito responsável por disseminar essa doença mortal tem aumentado na província de Kayanza, localizada no norte, próxima à fronteira com Ruanda, como consequência das chuvas pesadas que estão atingindo a região.
No fim de dezembro, autoridades de saúde chamaram MSF para fazer uma avaliação, pois o número de pacientes doentes estava crescendo. O diagnóstico de MSF foi claro: a incidência é alta, o que levou a organização a reforçar a atuação na área.
Desde a metade de janeiro, MSF tem três equipes no terreno que organizam clínicas móveis em seis locais dos três distritos afetados na província – Kayanza, Gahombo e Musema. Essas equipes diagnosticam pacientes no local com um teste rápido de malária, providenciam tratamento e enviam os casos mais graves para o hospital. Até agora, cerca de 2 mil pacientes já forma atendidos, 63% tiveram teste de malária positivo, um quarto destes sendo em crianças.
“Sintomas da doença incluem febre alta, dores no corpo e dores de cabeça. Entretanto, esses sintomas podem rapidamente evoluir em alguns pacientes para malária severa com convulsões, coma, e possivelmente morte. É por isso que o tratamento nas primeiras 24h é tão importante, principalmente para as crianças”, diz Goddy Efula Bomana, coordenador da emergência de MSF no Burundi.
“No entanto, é bastante remoto aqui. Algumas pessoas tem que andar até dez quilômetros apenas para conseguir realizar o teste no centro de saúde mais próximo deles. Por essa razão, clínicas móveis são o meio mais rápido de chegar até as pessoas, e nos permite referir pacientes para o hospital.”
A distância não é a única barreira para o acesso a cuidados de saúde. O custo também é uma questão. O tratamento de malária em clínicas e centros de saúde não é grátis para adultos, então muitas pessoas simplesmente não podem pagar por ele. Famílias mal protegidas, que muitas vezes não possuem meios de prevenção como redes anti-mosquito também são um problema. Além disso, o hospital público de Kayanza está superlotado, com mais de 100 crianças na ala pediátrica, que normalmente tem capacidade para 40.
A respeito do pedido das autoridades, MSF vai aumentar a capacidade do hospital nos próximos dias, e discutir o acesso gratuito ao tratamento de malária. As clínicas móveis serão dobradas, bem como o número de locais cobertos.
MSf trabalha no Burundi desde 1993. Além do centro de emergências obstétricas na província rural de Bujumbura, MSF responde à emergências médicas no país, como em 2009, quando uma crise nutricional atingiu a província de Kirundo.
Como a maioria dos websites, o nosso website coloca cookies – um pequeno ficheiro de texto – no browser do seu computador. Os cookies ajudam-nos a fazer o website funcionar como esperado, a recolher informações sobre a forma como utiliza o nosso website e a analisar o tráfego do site. Para mais informações, consulte a nossa Política de Cookies.