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Profissionais de MSF estão promovendo campanhas de vacinação, treinamentos, medidas de controle vetorial e tratamento direto aos pacientes
Na República Democrática do Congo (RDC), equipes da organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) estão vacinando a população da cidade de Matadi enquanto oferecem tratamento e realizam atividades de controle vetorial da febre amarela (eliminação de mosquitos) em Kinshasa e na província de Kongo Central. Em Angola, MSF está apoiando o Ministério da Saúde no tratamento de pacientes.
Após a eclosão de um surto de febre amarela em Angola em dezembro de 2015 e a confirmação subsequente de dezenas de casos na RDC, equipes de MSF foram enviadas a ambos os países para ajudar a conter a propagação da doença. No dia 19 de maio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o surto, embora grave, atualmente, não constitui uma emergência de saúde pública de preocupação internacional. O envio da vacina altamente efetiva contra febre amarela é fundamental para evitar uma maior transmissão da doença, e seu estoque limitado deve ser usado de modo eficaz.
Na RDC, 48 casos foram confirmados desde o fim de fevereiro, sendo a maioria deles entre pessoas que chegam de Angola. No entanto, três casos indígenas (transmitidos localmente) também foram identificados em Kinshasa e nas províncias de Kwango e Kongo Central, na fronteira angolana.
Em Matadi, capital de Kongo Central, equipes de MSF lançaram no dia 26 de maio uma campanha de vacinação para 350 mil habitantes, como parte do programa do Ministério da Saúde congolês, que planeja alcançar uma população de 2 milhões de pessoas. Esse único programa cobre das zonas de saúde em Kinshasa e nove distritos em Kongo Central. Também em cooperação com o Ministério da Saúde, MSF lançou medidas de controle vetorial em Kinshasa e Kongo Central. Essas atividades são direcionadas ao combate do mosquito Aedes aegypti, portador da febre amarela. Casas estão sendo pulverizadas ou fumigadas para matar os mosquitos adultos e destruir focos de reprodução, tais como lixo ou recipientes que contenham água parada, onde o mosquito deposita seus ovos. Essas atividades estão sendo realizadas em locais onde houve confirmação de casos e em locais vulneráveis, como hospitais, escolas e mercados.
MSF também está tratando pacientes, fornecendo suprimentos médicos para centros de saúde e treinando profissionais no tratamento da febre amarela.
“Para eliminar qualquer risco de propagação da doença, é vital estar vigilante e responsivo”, diz Elisabetta Maria Faga, coordenadora de emergência de MSF. “Não há um tratamento específico para febre amarela. A prevenção por meio da vacinação e medidas de controle vetorial, portanto, continuam sendo a melhor arma contra a doença.”
Tratando pessoas em Angola
Desde meados de fevereiro, MSF tem atuado em colaboração com o Ministério da Saúde angolano, apoiando a gestão de casos de febre amarela. Equipes de MSF também estão tratando diretamente pacientes de febre amarela na capital, Luanda (no hospital Kapalanga), assim como nas províncias de Huambo, Huila e Benguela. Até o momento, MSF tratou 299 pacientes.
MSF enviou 70 pessoas divididas em diferentes equipes a Angola para oferecer diagnóstico e tratamento, assim como treinamento para profissionais médicos nacionais na gestão de casos. MSF também está apoiando a implementação do protocolo nacional de resposta à doença e de preparação para a realização de vacinações. Angola relatou, até o momento, 2.420 casos suspeitos (incluindo 298 mortes), sendo 736 deles confirmados. Desse total de confirmados, 459 casos foram registrados apenas em Luanda; os demais ocorreram em outras 13 províncias. O Ministério da Saúde angolano está conduzindo uma campanha de vacinação massiva nas províncias, já tendo concluído uma em Luanda.
A febre amarela é uma doença hemorrágica viral aguda transmitida por mosquitos infectados. O “amarelo” do nome se refere à icterícia que afeta alguns pacientes. O mosquito Aedes aegypti é o principal vetor da febre amarela, que também transmite a dengue, a chikungunya e o zika. Não há tratamento específico para a febre amarela e a vacinação é o método mais efetivo de prevenção. Os sintomas incluem febre, dores de cabeça, dores musculares, e alguns pacientes enfrentam uma fase grave de febre alta e sangramento interno. Até 50% dos pacientes gravemente afetados morrem em 14 dias, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.
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