A Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelos pacientes atendidos em seus projetos.
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Para a organização, envolvimento da sociedade brasileira pode contribuir para tornar respostas a crises humanitárias mais livres de interesses políticos e militares
A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) lança hoje o livro Crises Humanitárias, Cooperação e o Papel do Brasil, com o objetivo de aumentar o envolvimento da sociedade brasileira no debate global sobre as melhores formas de levar ajuda a pessoas que enfrentam necessidades provocada por conflitos, desastres naturais, epidemias, fome ou a total ausência de recursos e cuidados imprescindíveis à vida.
O livro, de 196 páginas, pode ser baixado gratuitamente no site de MSF, em http://www.msf.org.br/CrisesHumanitariasEoBrasil . Uma versão em inglês estará disponível no início de dezembro. Uma tiragem impressa limitada em português será distribuída para universidades e instituições não governamentais e governamentais.
A publicação é aberta por um artigo que apresenta os principais problemas e dilemas da cooperação humanitária hoje, do ponto de vista de MSF – entre eles o uso da ajuda humanitária para fins militares e políticos. Em seguida, o tema é debatido em oito artigos e três entrevistas de especialistas e diplomatas brasileiros e de representantes de organizações não governamentais e agências da ONU.
Durante muitos anos, o debate sobre a cooperação humanitária ficou restrito aos países desenvolvidos do Ocidente, que são, frequentemente, os principais financiadores das respostas a situações de emergência. Nesse processo, muitas dessas respostas acabaram vinculadas a interesses de política externa de governos doadores. Para MSF, isso contraria os valores básicos da ajuda humanitária – que deve ter como único critério a necessidade das pessoas, e precisa ser guiada pelos princípios da imparcialidade e independência, justamente para garantir que beneficie quem mais precisa.
Ao concentrar o financiamento de suas atividades nas doações de milhares de indivíduos no mundo inteiro, MSF procura garantir sua independência e o respeito aos princípios humanitários. A organização acredita que trazer mais vozes para esse debate, em especial vozes dos países do Sul – antes vistos apenas como receptores de ajuda –, pode contribuir para reforçar os valores do humanitarismo e garantir que mais vidas sejam salvas.
O Brasil tem uma importância crucial nesse tema. Sua sociedade civil é dinâmica, diversa e ativa, caracterizada pela solidariedade, a colaboração e o diálogo. Nos anos recentes, o país aumentou sua presença na cooperação humanitária, em resposta a eventos como o terremoto de 2010 no Haiti e a epidemia do vírus Ebola na África Ocidental. Os textos de Crises Humanitárias, Cooperação e o Papel do Brasil trazem análises e opiniões diversas, nem sempre coincidentes com as de MSF, mas mostram que o tema amadurece na sociedade brasileira.
“Nossa experiência no Brasil, em contato com vários representantes do governo e da sociedade civil, na última década, trouxe-nos a esperança de que, com a vontade e as ações que o Brasil vinha demonstrando, de apoio a outros povos, é possível que para breve o Brasil construa uma política de cooperação humanitária sólida, com um orçamento anual, com a capacitação de profissionais alocados para isso e com a sociedade civil organizada como carro-chefe”, diz Susana de Deus, diretora-geral de MSF-Brasil. “Esperamos que ainda seja nesta década que o Brasil possa levar ao mundo uma política de cooperação humanitária criativa, inovadora, pautada pelos princípios humanitários de independência e imparcialidade, em que o centro das decisões seja a necessidade das pessoas.”
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