A Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelos pacientes atendidos em seus projetos.
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Gradativamente, população retoma rotina, mas acesso a cuidados de saúde continua restrito
“Jordan estava em casa comigo quando os rebeldes entraram em Bangui. Eles apertaram o gatilho e uma bala perdida acertou a perna de Jordan. Um pastor de nossa igreja levou-o para o hospital. Estamos no Hospital Comunitário desde domingo. Vi que MSF estava atuando no hospital, ajudando a equipe médica a tratar os feridos, que eram muitos. Meu filho está melhor. Espero que ele se recupere rapidamente e que possamos voltar para casa em breve”, conta a mãe do menino de 14 anos, morador do bairro de Miskine, em Bangui.
Dez dias após a tomada de Bangui pelo grupo opositor Seleka, a vida na capital está, gradualmente, voltando ao normal. MSF continua conduzindo atividades e fortalecendo suas equipes pelo país.
Apesar do restabelecimento gradual da ordem na capital, o acesso a cuidados de saúde é limitado e há escassez de profissionais nas instalações médicas. Fora de Bangui, a população começa a se recuperar e as pessoas estão retomando suas vidas cotidianas. Atividades cirúrgicas em BanguiMesmo com a estabilização da situação na capital, o acesso a cuidados de saúde continua sendo um desafio para a população. O Hospital Comunitário é o único em funcionamento na cidade e algumas regiões da capital ainda estão sem eletricidade e água. Apesar das condições precárias, MSF realizou, aproximadamente, 40 cirurgias em pacientes em estado crítico. Durante dez dias, 341 pacientes foram admitidos no hospital. Nos primeiros dias dos confrontos, a maioria dos pacientes apresentava ferimentos à bala, mas as equipes de MSF estão, atualmente, tratando mais vítimas de acidentes de trânsito e pacientes com cortes e outras feridas. “Nos próximos dias, concentraremos esforços nos centros de saúde em Bangui e na periferia da cidade”, afirma Sylvain Groux, coordenador geral de MSF. Na última semana, MSF fez doações de equipamentos e medicamentos aos hospitais e centros de saúde da capital. MSF leva cuidados de saúde para além da capitalNo último final de semana, o Seleka passou a controlar a cidade de Paoua, a noroeste de Bangui, onde MSF tem um projeto. Houve surtos esporádicos de violência, mas a situação na cidade está, atualmente, estabilizada. MSF está retomando atividades nas regiões periféricas de Kabo, Batangafo e Ndélé, a nordeste de Bangui, e ainda oferece cuidados médicos em um projeto em Zemio, no sudeste. Em Boguila, apesar de um assalto à mão armada e do roubo de um veículo, MSF manteve atividades em andamento, embora com equipe reduzida. Após receber informações sobre violência, saques de hospitais e graves interrupções na prestação de serviços de saúde, MSF vai dar início a um processo de avaliação exploratória em Bossangoa, ao sul de Boguila.
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