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Unidade de tratamento de Médicos Sem Fronteiras (MSF) começa a operar em Mangina, nordeste do país
O Ministério da Saúde da República Democrática do Congo (RDC) já confirmou a ocorrência de 16 casos de Ebola no novo surto da doença, com 7 mortes. A epidemia foi declarada no último dia 1º, quarta-feira, na província de Kivu do Norte, nordeste do país.
Foram registradas outras 27 mortes cuja causa pode ter sido o Ebola, mas ainda não houve comprovação por meio de testes de laboratório. As ações de combate à doença estão sendo comandadas pelo governo da RDC, com apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS). Médicos Sem Fronteiras (MSF) iniciou ontem a operação de uma unidade de tratamento da doença na localidade de Mangina, com 30 leitos.
Acredita-se que o surto pode ter começado em maio, aproximadamente na mesma época em que foi declarada a epidemia de Ebola na província de Equateur, no noroeste do país. A epidemia anterior foi oficialmente encerrada no último dia 24 pelo Ministério da Saúde da RDC. Até o momento não há sinais de que as duas ocorrências tenham alguma ligação.
A demora na detecção do novo surto ocorreu por uma série de fatores, incluindo uma greve de funcionários do setor de saúde e dificuldades de acesso devido a conflitos na região. Uma vez detectada a epidemia, entretanto, a reação das autoridades e das demais organizações envolvidas no combate à doença tem sido rápida.
As autoridades da RDC começaram ontem a vacinar profissionais de saúde do governo envolvidos nas ações de combate à doença. Na epidemia em Equateur, foram vacinados profissionais de saúde, pessoas que tiveram contato com doentes e seus contatos. Acredita-se que essa vacinação ajudou na estratégia de contenção da epidemia.
MSF opera na região de Kivu do Norte desde 2006 e mantém ativos outros projetos sem relação com o combate à epidemia de Ebola. Os profissionais que atuam nessas instalações também estão recebendo orientações e equipamentos de proteção.
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