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A previsão é que os casos continuem a aumentar e as vacinas só devem chegar ao país em quantidade significativa no fim do ano
Após um recente aumento do número de casos e mortes relacionados à COVID-19, o sistema de saúde já precário do Zimbábue está cedendo à pressão. Em vários locais, os profissionais de saúde trabalham sem equipamentos de proteção individual (EPI) adequados, medicamentos, equipamentos e oxigênio e, com uma escassez constante de enfermeiros e médicos, a maioria dos centros de saúde não consegue operar em plena capacidade, colocando uma pressão adicional sobre os que conseguem funcionar.
Com a continuação prevista do aumento de casos de COVID-19, medidas preventivas e preparatórias devem ser postas em prática, a fim de gerenciar a situação de forma adequada e evitar uma crise.
A escalada repentina de casos e mortes por COVID-19 em janeiro foi provavelmente resultado do aumento das viagens durante a temporada de férias de dezembro, a abertura do posto de fronteira de Beitbridge (um ponto de entrada movimentado entre o Zimbábue e a África do Sul) e a segunda onda de COVID-19 na região sul do continente africano.
No início de janeiro, o Zimbábue enfrentou um pico nos números da COVID-19, com 1.365 casos confirmados e 34 mortes registradas em um dia, de acordo com a OMS, representando o maior número registrado desde o início da pandemia. Somente no mês de janeiro, o Zimbábue registrou mais casos novos (19.521) do que em todo o ano de 2020, elevando o número total de casos confirmados para 33.388 no dia 1º de fevereiro.
“Pacientes foram recusados porque os hospitais ficaram sem capacidade para lidar com o aumento de infecções e mortes. Além disso, a equipe estava preocupada com sua própria saúde e segurança, já que não havia suprimentos adequados de EPI”, disse o coordenador de emergência de MSF no Zimbábue, Herbert Mutubuki.
Embora os casos e as mortes tenham reduzido significativamente nas últimas semanas (1.216 novos casos e 126 mortes foram registrados na primeira semana de fevereiro, de acordo com a OMS), MSF está fornecendo suporte ao Centro de Isolamento Hospitalar de Parirenyatwa, a principal unidade de referência para COVID-19 do país, em Harare, para ajudá-los a se preparar para o próximo aumento em potencial de infecções por COVID-19.
“Nosso apoio é baseado na avaliação de necessidades que realizamos e inclui o aumento da capacidade hospitalar de gestão dos casos de internação”, diz Mutubuki. “MSF tem como objetivo melhorar as medidas de prevenção e controle de infecção (IPC), melhorar o fluxo de pacientes e funcionários para atendimento ambulatorial e combater a escassez de EPI, medicamentos essenciais e suprimentos médicos. Além disso, MSF recrutou e mobilizou equipes médicas para apoiar o hospital.”
Shingairayi Mawarire, chefe de enfermagem de MSF, acredita que manter a equipe de saúde motivada é a chave para garantir o sucesso da resposta. “Baixa motivação é um grande desafio e afeta o apoio que recebemos dos profissionais de saúde do governo. Por isso, em Parirenyatwa, estamos doando alimentos para os profissionais de saúde que trabalham ‘zona vermelha’, de alto risco, e oferecemos treinamento adicional quando necessário”, diz ela.
Desde o início da pandemia de COVID-19 e o primeiro lockdown, o Zimbábue adotou uma abordagem multifacetada para controlar a pandemia, por meio da construção de oito pilares para melhor coordenar, comunicar e gerenciar os casos, que MSF está envolvido na implementação.
O Zimbábue, como a maioria dos países de baixa e média, provavelmente só receberá quantidades significativas de vacinas contra COVID-19 no final do ano. Portanto, medidas preventivas adicionais são urgentemente necessárias. O que o país enfrentou em janeiro deve servir como um importante alerta para as entidades governamentais que trabalham para fornecer serviços de saúde e outras partes interessadas no setor de saúde de que a COVID-19 está longe de acabar. As unidades de saúde continuam precisando desesperadamente de recursos.
Embora a resposta de MSF contra a COVID-19 no Zimbábue seja atualmente um projeto de curto prazo, MSF estenderá as medidas de apoio se necessário, dependendo da evolução da pandemia nos próximos meses.
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