A Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelos pacientes atendidos em seus projetos.
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Maior parte da população busca abrigo nas florestas; onze profissionais de MSF estão desaparecidos
A forte violência dos últimos dias em Pinga, cidade da província em conflito de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo (RDC), dificultou a realização das atividades médicas essenciais da organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF).
“MSF está muito preocupada com os civis que são constantemente submetidos a essa violência – esta é a oitava vez que um novo grupo assume o controle de Pinga desde 2012”, afirma Peter Stellema, gerente de operações de MSF em Goma. “Diversos pacientes tiveram de ser transferidos para Goma para serem submetidos a cirurgias de emergência. Entre eles, havia uma mulher de 70 anos, vítima de um tiro no braço”, acrescenta.
Após a primeira onda de ataques no domingo, grande parte da população da cidade fugiu para a floresta próxima. Os que ficaram buscaram refúgio no hospital local, mas homens armados os obrigaram a sair dali. Casas foram incendiadas e saqueadas e um combatente foi decapitado, o que disseminou ainda mais o pânico e a situação de alarme na cidade. Onze congoleses membros da equipe de MSF não se apresentaram para trabalhar e estão, atualmente, desaparecidos.
No último ano, uma equipe de MSF prestou suporte ao hospital da cidade e continua a administrar uma grande clínica local e conseguiu, por vezes, cruzar as linhas de frente para assistir clínicas nas regiões do entorno. No entanto, a negociação de acesso com diversos grupos armados e alianças presentes na região permanece extremamente desafiadora. Centros de saúde foram saqueados e os equipamentos médicos destruídos.
“Oferecer serviços de saúde tem sido um desafio, à medida que as instalações de saúde não são respeitadas, há escassez de profissionais, as pessoas fugiram da região e aquelas que ficaram têm medo de serem submetidas a tratamentos severos, taxação ilegal, recrutamento forçado ou ainda pior”, diz Jan Peter Stellema. Apesar das condições desafiadoras, MSF continua levando cuidados médicos de qualidade a quatro hospitais de referência, 12 centros de saúde e quatro postos de saúde na província de Kivu do Norte, e quatro hospitais de referência, 19 centros de saúde e cinco postos de saúde na província de Kivu do Sul, na República Democrática do Congo. Além de administrar diversos centros de tratamento de cólera (CTC), clínicas móveis semanais e respostas de emergência, quando necessário.
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