A Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelos pacientes atendidos em seus projetos.
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MSF pede mais recursos e engajamento da comunidade para combater epidemia
Um grupo de especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou hoje em Genebra a epidemia de Ebola na República Democrática do Congo como “uma emergência de saúde pública de importância internacional”.
A declaração ocorre em meio ao agravamento da epidemia da doença, declarada em 1 de agosto do ano passado. Nesta semana foi confirmado o primeiro caso na cidade de Goma, uma área densamente povoada. Além disso, recentemente foram confirmados três casos da doença em Uganda, no primeiro registro de transmissão inter-fronteiras e modificando o panorama geográfico da transmissão. A decisão da OMS pode facilitar a destinação de mais recursos para o combate à epidemia.
Na opinião da presidente internacional de Médicos Sem Fronteiras (MSF), Joanne Liu, é preciso intensificar as ações de combate à doença, envolvendo de maneira positiva as comunidades afetadas e ampliando as vacinações.
“Os sinais são claros: as pessoas ainda estão morrendo nas comunidades, profissionais de saúde ainda estão sendo infectados, e as transmissões ainda estão acontecendo. A epidemia não está sob controle e precisamos de uma mudança de rumo: mas isso não deveria significar restrições de movimento ou o uso da coerção na população afetada. Comunidades e pacientes precisam estar no centro da resposta, eles precisam ser participantes ativos. MSF tem vivenciado em primeira mão o quanto é difícil responder a essa epidemia. Precisamos fazer um balanço do que está funcionando e do que não está. Em um contexto onde o rastreamento dos contatos não está funcionando completamente, e nem todas as pessoas afetadas estão sendo alcançadas, uma abordagem em larga escala é necessária para prevenção, o que significa um melhor acesso à vacinação para a população, para reduzir a transmissão.”
Joanne Liu – presidente internacional de MSF
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