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Desde a última segunda-feira, a equipe de MSF tem prestado suporte ao hospital comunitário de Bangui, o único ainda em funcionamento na capital do país
“Os confrontos tiveram início na sexta-feira, 22 de março, e não pudemos fazer nada; ninguém podia ser admitido no hospital e o cenário continuou o mesmo pelos próximos dois dias”, conta Serge St-Louis, coordenador geral de MSF em Bangui. “Na segunda-feira, dia 25, trouxemos suprimentos médicos e medicamentos para o hospital, que não tinha praticamente nada”.
Até segunda-feira, a maioria das pessoas feridas atendidas no hospital comunitário apresentavam ferimentos à bala. De terça-feira em diante, a equipe de MSF tem prestado suporte a mais ferimentos relacionados a acidentes rodoviários do que à bala. Entre os dias 22 e 26 de março, 173 pessoas feridas foram internadas no hospital, sendo que seis delas foram operadas e 55 pacientes hospitalizados aguardam cirurgias. A equipe presenciou cinco mortes no hospital e 23 corpos foram levados ao necrotério do hospital.
O hospital civil e militar em que MSF está atuando está, atualmente, sob vigília do Seleka. Eles estão fazendo a segurança do hospital e da vizinhança. “Nossa prioridade para os próximos dias é dar início às cirurgias e ao monitoramento de pacientes no pós-operatório. Na quinta-feira, uma equipe cirúrgica de MSF chegou e vai prestar suporte ao centro cirúrgico.”
A situação de segurança em Bangui está melhorando gradativamenteEquipes de MSF circularam pela cidade na quarta-feira e perceberam que a presença militar na região diminuiu, mas forças do grupo opositor Seleka continuam a ocupar rotas e principais vias da cidade. “Ouve-se menos tiros pelas ruas. A situação parece estar rumando para a direção certa. Desde ontem, as pessoas começaram a sair às ruas. Pequenos comércios e mercados ainda menores reabriram em algumas regiões, permitindo o reabastecimento de alimentos frescos e necessidades básicas. Mas os preços dobraram.” Lojas de departamento, supermercados e postos de abastecimento de combustível no centro da cidade permanecem fechados, mesmo os que não foram saqueados. A insegurança continua sendo um problema depois que escurece; as pessoas têm medo e não se arriscam a sair às ruas depois das 19h00.
É preciso água e eletricidade em BanguiA falta de água e eletricidade em instalações de saúde significa que MSF não pode tratar os feridos adequadamente. “A urgência agora é de água… Nossa preocupação é que a água ainda não foi restabelecida. Estamos em uma cidade sem água… A eletricidade é instável, o que impede hospitais e centros de saúde de funcionarem adequadamente.”
Projetos limitados no restante do paísProjetos de MSF em Paoua e Carnot estão operando, mas de forma limitada. Todas as atividades externas aos hospitais, nos centros de saúde, foram suspensas por ora. As equipes não foram reduzidas, mas, para MSF, o Seleka vai, em breve, tomar posse da cidade de Paoua, localizada no noroeste do país. A situação em Carnot, no sudoeste, está tranquila até o momento.
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