A Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelos pacientes atendidos em seus projetos.
Como organização médica, buscamos sempre oferecer o melhor tratamento disponível aos nossos pacientes. O trabalho de MSF envolve uma grande variedade de atividades, desde a organização de campanhas…
Veja as principais atualidades sobre as atividades da Médicos Sem Fronteiras.
Saiba mais sobre os nossos projetos no terreno e as nossas atividades em todo o mundo.
Assista aos vídeos sobre o trabalho da Médicos Sem Fronteiras em diversos projetos pelo mundo.
Ouça as histórias e as experiências vividas por quem está nas linhas da frente das emergências humanitárias.
O que vemos e registamos sobre o trabalho das nossas equipas e as populações que apoiamos.
Participe nos nossos eventos, online ou presenciais, para apoiar e saber mais sobre o nosso trabalho.
Profissionais portugueses contam as experiências nos diversos projetos da MSF.
Pode ajudar a MSF de várias formas, fazendo donativos, divulgando o trabalho e angariando fundos para a concretização dos projetos.
O seu donativo faz a diferença, ajuda-nos a levar cuidados médicos a quem mais precisa.
Faça a consignação do seu IRS à Médicos Sem Fronteiras e ajude-nos a salvar vidas!
A MSF depende inteiramente de donativos privados para fazer chegar assistência médica-humanitária a quem mais precisa.
Procuramos novas formas de chegar a cada vez mais pessoas, com o objetivo de envolvê-las com a nossa missão.
Faça do seu testamento, um testamento solidário incluindo a Médicos Sem Fronteiras.
A sua empresa pode fazer a diferença. Juntos podemos fazer ainda mais.
Se tem uma multa ou uma contra-ordenação, saiba que pode fazer o pagamento à Médicos Sem Fronteiras Portugal.
O país sofre com a ausência de resposta médica necessária para o surto
A epidemia de sarampo declarada em 10 de junho é a mais letal que a República Democrática do Congo (RDC) presencia desde 2011-2012. Entre janeiro e início de agosto de 2019, infectou mais de 145 mil pessoas e causou 2.758 mortes. Apesar da escala da epidemia, há uma alarmante falta de atores e fundos para responder a essa crise. Com apenas 2,5 milhões de dólares arrecadados dos 8,9 milhões necessários para o plano de resposta do Health Cluster, o contraste com a epidemia de Ebola no leste do país, que atrai várias organizações e centenas de milhões de dólares em financiamento, é impressionante.
“Enquanto uma resposta rápida e adaptada é fundamental para limitar o impacto do sarampo nas comunidades, no terreno notamos a ausência de atores e uma flagrante falta da assistência tão necessária”, adverte Karel Janssens, coordenador-geral de MSF na RDC.
A organização vem combatendo o surto ao lado de equipes locais do Ministério da Saúde através de seus projetos regulares e ações de emergência em 13 províncias do país. Desde o início do ano, MSF já vacinou 474.863 crianças entre 6 e 59 meses de vida e prestou atendimento médico a 27.439 pacientes.
Mais recentemente, MSF tem enviado equipes para novas áreas, como a província de Mai-Ndombe, no oeste da RDC. Lá, MSF passou a atuar com uma equipe de emergência para controlar a expansão da epidemia nas zonas de saúde ao longo do rio Kasai: Kwamouth, Bolobo e Nioki. Configurada para ser móvel e ágil, a equipe desloca sua base continuamente. Isto permite adaptar a resposta às necessidades identificadas no terreno e alcançar pessoas em áreas remotas onde o acesso aos cuidados de saúde continua a ser extremamente desafiante.
“Só levar as vacinas para lugares onde as crianças precisam ser vacinadas é uma tarefa enorme. Temos que manter as vacinas dentro de limites estritos de temperatura, o que significa montar uma ‘cadeia de frio’. Isso requer refrigeradores, geradores, combustível e transporte rápido, bem como um sistema de manutenção. Muitas zonas de saúde não recebem apoio de outras organizações, apesar das necessidades evidentes”, explica Pierre Van Heddegem, coordenador de terreno da equipe de emergência para combate ao sarampo de MSF.
A menos que haja uma mobilização maciça de fundos e organizações de resposta, este surto pode ficar ainda pior.
“Dois meses após a declaração oficial e poucas semanas antes do início do ano letivo, a epidemia de sarampo não mostra sinais de desaceleração. De fato, desde julho a epidemia se agravou, com um aumento de novos casos registrados em várias províncias. Se quisermos conter o surto, é imperativo fortalecer a resposta imediatamente”, conclui Karel Janssens.
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa para a qual não existe tratamento. A única maneira de combatê-lo é a vacinação e o tratamento dos sintomas, na esperança de que o paciente seja forte o suficiente para combater naturalmente a infecção.
Como a maioria dos websites, o nosso website coloca cookies – um pequeno ficheiro de texto – no browser do seu computador. Os cookies ajudam-nos a fazer o website funcionar como esperado, a recolher informações sobre a forma como utiliza o nosso website e a analisar o tráfego do site. Para mais informações, consulte a nossa Política de Cookies.