A Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelos pacientes atendidos em seus projetos.
Como organização médica, buscamos sempre oferecer o melhor tratamento disponível aos nossos pacientes. O trabalho de MSF envolve uma grande variedade de atividades, desde a organização de campanhas…
Veja as principais atualidades sobre as atividades da Médicos Sem Fronteiras.
Saiba mais sobre os nossos projetos no terreno e as nossas atividades em todo o mundo.
Assista aos vídeos sobre o trabalho da Médicos Sem Fronteiras em diversos projetos pelo mundo.
Ouça as histórias e as experiências vividas por quem está nas linhas da frente das emergências humanitárias.
O que vemos e registamos sobre o trabalho das nossas equipas e as populações que apoiamos.
Participe nos nossos eventos, online ou presenciais, para apoiar e saber mais sobre o nosso trabalho.
Profissionais portugueses contam as experiências nos diversos projetos da MSF.
Pode ajudar a MSF de várias formas, fazendo donativos, divulgando o trabalho e angariando fundos para a concretização dos projetos.
O seu donativo faz a diferença, ajuda-nos a levar cuidados médicos a quem mais precisa.
Faça a consignação do seu IRS à Médicos Sem Fronteiras e ajude-nos a salvar vidas!
A MSF depende inteiramente de donativos privados para fazer chegar assistência médica-humanitária a quem mais precisa.
Procuramos novas formas de chegar a cada vez mais pessoas, com o objetivo de envolvê-las com a nossa missão.
Faça do seu testamento, um testamento solidário incluindo a Médicos Sem Fronteiras.
A sua empresa pode fazer a diferença. Juntos podemos fazer ainda mais.
Se tem uma multa ou uma contra-ordenação, saiba que pode fazer o pagamento à Médicos Sem Fronteiras Portugal.
Ataques brutais deixaram dezenas de civis mortos na região de Ouham-Pendé
Na última terça-feira (21), dezenas de civis foram mortos quando três vilarejos da região de Ouham-Pendé, na República Centro-Africana (RCA), foram atacados por homens armados. Um dos sobreviventes, transferido para Bangui e tratado por Médicos Sem Fronteiras (MSF), relembra os acontecimentos.
Em 21 de maio, em Ndjondjom, nos vilarejos de Koundjili e Bohong, a cerca de 50 km de Paoua, no noroeste da RCA, homens armados atacaram e atiraram em vários civis, que eles mesmos haviam reunido, com a desculpa de organizar uma reunião com a comunidade.
“Homens armados, com uniformes militares, chegaram meu vilarejo e pediram para ver os líderes da comunidade para organizar uma reunião-geral. A população, então, se reuniu sob uma mangueira”, diz Alphonse, um dos sobreviventes do ataque, que foi ferido por tiros e tratado por MSF.
“Eles começaram a nos amarrar. Rasgaram minha camisa para amarrar meus braços. Eles nos empilharam uns sobre os outros e começaram a atirar. Parecia que estava chovendo bala.”
Três pessoas feridas foram internadas no hospital de Paoua, onde equipes de MSF trabalham. De acordo com Alphonse, muito poucas pessoas sobreviveram ao ataque – ele conseguiu sobreviver fingindo que estava morto. “Alguns conseguiram fugir, mas o restante foi morto. Alguns de nossos parentes nos tiraram dali e nos colocaram na pilha de mortos para nos levar ao hospital de Paoua. Eles me disseram que continuam encontrando cadáveres na mata ao redor do vilarejo.”
Segundo a ONU e as autoridades da África Central, um total de 39 civis foram mortos em Bohong, Ndjondjom e Koundjili, enquanto outros 15 foram abatidos em ataques separados em Maikolo, durante os dias anteriores. É o primeiro ataque em grande escala após a relativa calma que se seguiu à assinatura de um acordo de paz entre o governo e 14 grupos armados, em fevereiro de 2019.
Como a maioria dos websites, o nosso website coloca cookies – um pequeno ficheiro de texto – no browser do seu computador. Os cookies ajudam-nos a fazer o website funcionar como esperado, a recolher informações sobre a forma como utiliza o nosso website e a analisar o tráfego do site. Para mais informações, consulte a nossa Política de Cookies.