A Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelos pacientes atendidos em seus projetos.
Como organização médica, buscamos sempre oferecer o melhor tratamento disponível aos nossos pacientes. O trabalho de MSF envolve uma grande variedade de atividades, desde a organização de campanhas…
Veja as principais atualidades sobre as atividades da Médicos Sem Fronteiras.
Saiba mais sobre os nossos projetos no terreno e as nossas atividades em todo o mundo.
Assista aos vídeos sobre o trabalho da Médicos Sem Fronteiras em diversos projetos pelo mundo.
Ouça as histórias e as experiências vividas por quem está nas linhas da frente das emergências humanitárias.
O que vemos e registamos sobre o trabalho das nossas equipas e as populações que apoiamos.
Participe nos nossos eventos, online ou presenciais, para apoiar e saber mais sobre o nosso trabalho.
Profissionais portugueses contam as experiências nos diversos projetos da MSF.
Pode ajudar a MSF de várias formas, fazendo donativos, divulgando o trabalho e angariando fundos para a concretização dos projetos.
O seu donativo faz a diferença, ajuda-nos a levar cuidados médicos a quem mais precisa.
Faça a consignação do seu IRS à Médicos Sem Fronteiras e ajude-nos a salvar vidas!
A MSF depende inteiramente de donativos privados para fazer chegar assistência médica-humanitária a quem mais precisa.
Procuramos novas formas de chegar a cada vez mais pessoas, com o objetivo de envolvê-las com a nossa missão.
Faça do seu testamento, um testamento solidário incluindo a Médicos Sem Fronteiras.
A sua empresa pode fazer a diferença. Juntos podemos fazer ainda mais.
Se tem uma multa ou uma contra-ordenação, saiba que pode fazer o pagamento à Médicos Sem Fronteiras Portugal.
Para MSF, iniciativas devem ser pautadas pelas necessidades das pessoas que vivem com o vírus
O pedido da Unaids para que se preencham as lacunas no que diz respeito ao acesso a serviços voltados para HIV não será atendido a menos que a oferta de tratamento antirretroviral (Tarv) seja radicalmente remodelada, com base em abordagens voltadas para as comunidades que estejam adaptadas às realidades das pessoas que vivem com HIV, alerta a organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF), às vésperas do Dia Mundial de Luta contra a Aids (1º de dezembro).
A experiência em primeira mão de MSF e de outras organizações demonstrou que abordagens comunitárias que facilitam o acesso aos antirretrovirais (ARVs) e são menos custosas constituem estratégias essenciais para manter mais pessoas em tratamento para o HIV, o que contribui para a desaceleração da transmissão. Tais abordagens são endossadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Unaids, mas sua implementação em larga escala permanece atravancada pela dificuldade de aceitação de uma mudança de paradigma que empodere as comunidades como parceiras , ao invés de simplesmente recebedoras de serviços de saúde.
“A ampliação efetiva do tratamento para HIV não acontecerá se as coisas continuarem sendo feitas da mesma forma. Mas a retórica atual não incorpora totalmente estratégias eficientes, que se provaram efetivas há anos”, afirma o Dr. Eric Goemaere, referente para HIV/Aids de MSF.
Desde 2007, MSF e outras organizações foram pioneiras na implementação de uma ampla gama de estratégias comunitárias para aproximar o tratamento das casas das pessoas. A separação da necessidade de uma consulta clínica anual e do acesso ao refil de comprimidos diários diminui a quantidade de tempo e dinheiro necessária para se ter acesso a medicamentos, e demonstrou uma retenção de mais de 90% dos pacientes estáveis a cuidados oferecidos com base em diferentes modelos na África do Sul, Malauí, Moçambique, Zimbábue e Quênia. Pilotos em países da África Central e Ocidental, que estão atualmente atrasados em sua resposta ao HIV, como República Democrática do Congo e Guiné, apresentaram bons resultados no tratamento dos pacientes.
Mas as principais ferramentas regulatórias que contribuiriam para o funcionamento dessas soluções não são promovidas, apoiadas nem financiadas ativamente. Por exemplo, profissionais não médicos que trabalham com HIV/TB, normalmente, não são reconhecidos nem financiados, e as limitações regulatórias que estabelecem o suprimento de apenas um mês de refil de medicamentos por pessoa reduz enormemente os benefícios dessas estratégias para os indivíduos. Os governos permanecem tímidos no repasse do poder e das responsabilidades aos próprios pacientes sobre a gestão da sua própria condição crônica, limitando a possibilidade da distribuição de medicamentos, bem como os testes para HIV, nas comunidades.
“Modelos comunitários sugerem comunidades fortes, empoderadas e totalmente engajadas de pessoas vivendo com HIV e organizações da sociedade civil. No entanto, continuamos observando a redução dos financiamentos destinados a essas comunidades, enfraquecendo ainda mais o foco no paciente e o engajamento na lua contra o HIV. Esse é o elemento que falta na resposta atual”, conta Amanda Banda, coordenadora de advocacy para HIV de MSF.
Na África do Sul, o grupo ativista Treatment Action Campaign (TAC, na sigla em inglês) está enfrentando uma grave crise de financiamento, que ameaça seu fechamento, após 15 anos de existência. De acordo com a Unaids, 59% das ONGs que atuam com HIV ou com direitos humanos tiveram seus financiamentos reduzidos em 2012.
Modelos comunitários demandam flexibilidade dos sistemas de saúde e não há um modelo que se adapte a todos os sistemas. Pessoas vivendo com HIV deveriam ter a oportunidade de decidir como adaptar seu tratamento diário às suas vidas, para que o sistema de saúde e a organização dos serviços os ajudem, ao invés de prejudicá-los. MSF pede aos governos que adaptem sua resposta às necessidades e demandas de seus cidadãos, e que parceiros internacionais prestem suporte e financiem essas estratégias pró-ativamente.
Atualmente, MSF apoia o tratamento para HIV de 341.600 pessoas em 20 países. 71% das 35 milhões de pessoas HIV positivo vivem na África subsaariana.
Como a maioria dos websites, o nosso website coloca cookies – um pequeno ficheiro de texto – no browser do seu computador. Os cookies ajudam-nos a fazer o website funcionar como esperado, a recolher informações sobre a forma como utiliza o nosso website e a analisar o tráfego do site. Para mais informações, consulte a nossa Política de Cookies.