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Equipes começaram a realizar atendimento domiciliar porque a população temia ir para os hospitais devido à insegurança
Dez dias após o início dos bombardeios na Faixa de Gaza, os hospitais da região já conseguem manejar o fluxo diário de feridos. "No entanto, a intensidade dos ataques está restringindo qualquer tipo de movimentação na região", explica Cecile Barbou, coordenadora médica de Médicos Sem Fronteiras (MSF). “Os pacientes estão com medo de ir até o hospital dar continuidade aos tratamentos e cuidados pós-operatórios necessários. As equipes de saúde também têm medo de se deslocar. Além disso, há rumores de um ataque terrestre iminente por parte das forças isralenses".
"Inicialmente, havia muita confusão nos hospitais devido ao grande fluxo de feridos. Aos poucos o trabalho foi sendo reorganizado e agora as equipes de saúde palestinas têm capacidade suficiente para acomodar os feridos que estão chegando", contou Franck Joncret, chefe de missão de MSF.
Desde o dia 30 de dezembro, MSF tentou reabrir sua clínica pediátrica em Beit Lahia, ao norte da Faixa de Gaza, onde consultas eram realizadas para diminuir a sobrecarga do Hospital Kamel Edwan. O bombardeio do dia 1º de janeiro na região forçou a equipe de MSF a suspender seu trabalho duas horas após seu início. Enquanto isso, na cidade de Gaza, alguns pacientes conseguiram chegar até a clínica de MSF para o acompanhamento médico. Pacientes do Hospital Shifa são transferidos para essa clínica para tratamento pós-operatório. No dia 2, ambas as clínicas de MSF ficaram vazias porque os pacientes não conseguiam sair de casa devido à insegurança.
Tendo em vista essas limitações, MSF está adaptando sua resposta. Nossa equipe médica está começando a tratar os pacientes em seus bairros. "Dezesseis médicos e enfermeiros locais de MSF levaram suprimentos médicos para casa", contou Jessica Pourraz, coordenadora de terreno em Gaza. "Dessa forma, eles conseguiram tratar as pessoas que estavam doentes ou feridos em seus próprios bairros".
Desde julho de 2007, MSF oferece tratamento pós-operatório e fisioterapia para centenas de feridos nos conflitos da Faixa de Gaza. Em março de 2008, uma clínica pediátrica foi aberta em Gaza para crianças com menos de 12 anos. Em Naplouse na Cisjordânia, assim como em Gaza, MSF oferece apoio psicológico, médico e social para as famílias afetadas pela violência. A equipe é composta por 11 profissionais internacionais e 108 locais. MSF tem ainda um programa de apoio psicológico em Hebron. MSF trabalha em Gaza e na Cisjordânia desde 1989.
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