A Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelos pacientes atendidos em seus projetos.
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Organização conta com duas equipes de médicos, enfermeiros, psicólogos e profissionais de logística na região de Java
Duas equipes de Médicos Sem Fronteiras (MSF), incluindo médicos, enfermeiros, psicólogos e profissionais de logística, estão visitando os vilarejos na região ao redor de Yogyakarta, na Indonésia, onde ajuda insuficiente chegou desde o terremoto do último sábado. As equipes oferecem cuidados médicos básicos, incluindo tratamento de ferimentos. Os psicólogos organizam sessões de informação e discussão para ajudar as pessoas a entenderem o trauma mental que podem sofrer por conta da tragédia. MSF também está oferecendo tratamento a pessoas com reclamações de origem psicossomática.
A coordenadora de emergência da organização, Nathalie Civet, explica a situação:
"A resposta local à emergência vem sendo rápida e eficiente. A ameaça de uma erupção vulcânica no Monte Merapi, nas redondezas, significa que equipes de emergência nacionais já estão em stand-by, o que as permitirá uma rápida mobilização. Há, no entanto, uma lacuna entre a ajuda que está sendo oferecida e as necessidades. Algumas pessoas continuam a esperar sob as chuvas fortes sem abrigo, alimentos e itens básicos de sobrevivência".
Amanhã (quinta-feira) MSF receberá uma nova carga de suprimentos de ajuda humanitária, como dois mil aparelhos de cozinha (10 toneladas), e começará a distribuí-los nos vilarejos mais afetados pelo terremoto. Nos últimos três dias, MSF já doou materiais médicos e não médicos a hospitais e postos de saúde em Java.
A distribuição destinada às famílias inclui itens de higiene, cobertores, sabão, panelas de cozinha – assim como materiais de construção como madeira, pregos, martelos e telas de plástico.
Mais profissionais de MSF continuarão a visitar os vilarejos, avaliando as necessidades e tentando não deixar nenhuma comunidade de fora do recebimento de ajuda.
"Esta não será uma distribuição envolvendo avaliações extensas, coordenação nem dias de planejamento. Nossa prioridade é levar ajuda às mãos de quem precisa sem nenhum atraso. Nós esperamos preencher a lacuna até que um envio de ajuda em maior escala seja iniciado", afirma Chivet.
Equipes de MSF chegaram a Yogyakarta no sábado à noite, 12 horas depois do terremoto. Nos dias seguintes, a organização enviou equipes para avaliar a destruição, os campos de desabrigados e as condições de atendimento em saúde nas áreas mais afetadas. Na segunda-feira, dois nefrologistas (especialistas em rins) chegaram para avaliar se os estabelecimentos de saúde tinham equipamento e profissionais capacitados para identificar e tratar a Síndrome de Compressão (Crush Syndrome), caracterizada por um grande choque e falência renal, depois de um trauma. A síndrome pode ser fatal e é relativamente comum em vítimas de um terremoto.
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