A Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelos pacientes atendidos em seus projetos.
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MSF foi responsável por levantar o debate sobre medicamentos essenciais, a pesquisa e desenvolvimento de novas drogas, doenças negligenciadas pelo mercado farmacêutico e questões ligadas à falta de acesso à saúde pelas populações mais vulneráveis.
Médicos Sem Fronteiras foi a organização responsável por levantar o debate sobre medicamentos essenciais, a pesquisa e desenvolvimento de novas drogas, doenças negligenciadas pelo mercado farmacêutico, enfim, questões ligadas à falta de acesso à saúde pelas populações mais vulneráveis. A conferência também contou com a participação de organizações como o Ibase, o Grupo Pela Vidda, a Oxfam e a União dos Comitês Palestinos de Ajuda Médica, além de mais de 400 delegados.
Michel Lotrowska, representante no Brasil da Campanha de Acesso a Medicamentos Essenciais de MSF, abriu as discussões apresentando o quadro crítico do acesso à saúde no mundo. Michel chamou a atenção para o enorme fosso entre as carências existentes e os recursos aplicados. Apenas 10% deles são destinados a 90% dos problemas de saúde mundial. Há problemas de toda ordem no acesso à saúde: logísticos, de segurança, de regulamentação e sobretudo de pesquisa. Por isso, uma das propostas da Campanha de Acesso é a atuação em duas frentes de trabalho: forçando a redução dos preços para os remédios que já existem, e lutando pela promoção de pesquisas, pelo governo e pela iniciativa privada, de drogas para doenças negligenciadas pelo mercado farmacêutico. Por falta de medicamentos, 14 milhões de pessoas morrem a cada ano vítimas de doenças infecciosas.
O painel contou também com a contribuição de Mario Schaffer, do Grupo Pela Vidda, que tratou do programa de distribuição universal de remédios do coquetel anti-Aids pelo governo brasileiro e da importância dos ativistas e da mobilização social nessa conquista. Mustafá Barghouti, da Palestina, falou sobre as dificuldades de acesso à saúde. No caso dos palestinos, esse problema muitas vezes é físico. Isolados em aldeias sitiadas pelo exército de Israel, os palestinos precisam de autorização oficial do governo para ultrapassar as barreiras e chegar aos hospitais. Barghouti ressaltou a situação de emergência dos palestinos e a importância dos povos de poder decidir pelas questões que lhes afetam.
Adrian Lovett, da Oxfam, complementou a idéia de Barghouti e Michel, tratando das questões das patentes farmacêuticas. Segundo Lovett, é preciso estimular os governos a utilizar as brechas de acordos internacionais para quebrar patentes farmacêuticas, que garantem a exclusividade de produção e comercialização de remédios pelos laboratórios que as detêm.
O II Fórum Social Mundial vem sendo uma importante instância de reflexão sobre temas que envolvem o acesso à saúde. Organizações e indivíduos comprometidos com o bem-estar de populações vulneráveis vêm discutindo e imaginando ações conjuntas que possam resolver seus problemas num futuro próximo.
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