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Yves Champey anunciou que em outubro o novo órgão irá selecionar os primeiros projetos de pesquisa e desenvolvimento de remédios a serem financiados pela DNDi. Prioridade será para medicamentos contra doença de Chagas, leishmaniose e doença do sono.
O presidente da DNDI, sigla em inglês para Iniciativa de Drogas para Doenças Negligenciadas, Yves Champey, visitou no último dia 18 de setembro a Fiocruz, no Rio de Janeiro, uma das instituições que fazem parte da DNDi – uma organização sem fins lucrativos que tem por objetivo incentivar a pesquisa e o desenvolvimento de medicamentos para doenças que afetam, principalmente, os países mais pobres do mundo, esquecidas pelas multinacionais farmacêuticas pela perspectiva de baixo retorno financeiro.
“O Brasil, especialmente a Fiocruz, terá um papel muito importante na DNDi pela sua capacidade de pesquisa e de produção de novos medicamentos,” disse Champey durante encontro com o Presidente da Fundação Oswaldo Cruz, Paulo Buss.
Fundada em 4 de julho deste ano na Suíça, a DNDi traçou como meta inicial o enfrentamento da leishmaniose, doença de Chagas e doença do sono. Além da organização Médicos Sem Fronteiras e da Fiocruz, fazem parte da DNDi, o Conselho Indiano de Pesquisa Médica (ICMR), o Instituto de Pesquisa Médica do Quênia (KEMRI), o Instituto Pasteur da França e o Ministério da Saúde da Malásia. A Organização Mundial de Saúde (OMS) faz parte do quadro mas apenas como observadora.
“No próximo dia 3 de outubro teremos a primeira reunião do Comitê Científico da DNDi para iniciar a seleção dos projetos de pesquisa que serão financiados pela entidade no próximo ano”, anunciou Champey. “Já recebemos mais de 70 projetos para análise, o que mostra que o conhecimento científico para essas doenças negligenciadas existe e está aguardando para ser descoberto,” disse. “O que falta é a estrutura capaz de colocar as idéias mais promissoras no processo de desenvolvimento de novas drogas. A DNDi irá oferecer essa estrutura, capitalizando a capacidade existente de desenvolvimento de medicamentos e a experiência nos países afetados.”
A DNDi espera gastar cerca de 250 milhões de dólares (cerca de 750 milhões de reais) nos próximos 12 anos para desenvolver entre 6 e 7 novos medicamentos e inúmeros outros que já estão com pesquisas em andamento.
Embora 14 milhões de pessoas sejam afetadas por doenças infecciosas tais como tuberculose, malária, doença de Chagas, doença do sono e leishmaniose, ao ano, a pesquisa de novos medicamentos para essas doenças é praticamente inexistente, porque 90% das vítimas estão em países em desenvolvimento, com baixo ou nenhum poder de compra. Os únicos tratamentos disponíveis, desenvolvidos há décadas, e muitas vezes por acaso, causam efeitos colaterais sérios, e estão se tornando pouco eficazes contra micróbios que desenvolveram resistência aos seus princípios ativos.
Apenas 10% dos gastos mundiais com pesquisa em saúde vão para doenças que representam 90% das enfermidades registradas no mundo. “Pacientes de países em desenvolvimento estão sendo obrigados a usar medicamentos falhos e com efeitos colaterais significativos, esperamos poder mudar essa situação,” concluiu Yves Champey.
O sucesso da DNDi irá depender não apenas das doações governamentais e privadas, mas também da contribuição de indústrias farmacêuticas para, por exemplo, o acesso aos acervos bibliográficos, à ‘expertise’ e às estruturas de Pesquisa e Desenvolvimento.
O Presidente da DNDi aproveitou a vinda ao Brasil para visitar a exposição Trópicos do Abandono, que reúne fotografias vítimas de doenças negligenciadas em todo o mundo. A exposição é uma iniciativa de Médicos Sem Fronteiras e pode ser vista no Museu da Vida, na Fundação Oswaldo Cruz, até o final do mês de setembro.
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