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Para conter a epidemia, organização montou um centro de tratamento no Hospital de Angau
Pela primeira vez em 50 anos, um surto de cólera é registrado em Papua Nova Guiné. Principalmente concentrada no leste, na província de Morobe, a doença já infectou 283 pessoas, de acordo com dados oficiais.
Médicos Sem Fronteiras (MSF), que já trabalha em Lae, foi capaz de se mobilizar rápido e ajudar o Ministério da Saúde a responder ao surto. Inicialmente, uma ala de isolamento foi estabelecida no Hospital de Angau, mas quando o número de casos aumentou, um Centro de Tratamento de Cólera (CTC), feito de uma série de tendas, foi montado em frente ao hospital. O CTC especialmente construído por MSF tem capacidade de 84 leitos e, até agora, 90 pacientes já foram tratados pelas equipes de MSF.
“No momento, não estamos observando um rápido aumento dos casos em Lae”, conta Steven Cooper, coordenador de emergência de MSF. “Entretanto, como cólera é uma doença altamente contagiosa, nós temos que ficar atentos. Continuamos a monitorar a situação e a avaliar as áreas mais remotas. Nós estamos ouvindo relatos de que o cólera está afetando vilas menores, então estamos enviando equipes para examinar a situação e estaremos prontos para responder caso seja necessário”.
Como o cólera não era registrado no país há 50 anos, surgiram desafios referentes à sensibilização a respeito do tratamento e da prevenção. Também há o desafio de reduzir o estigma que envolve a doença. Por exemplo, alguns provedores de transportes públicos estão se recusando a carregar pacientes, ou seja, eles não conseguem ter acesso ao tratamento. Ao longo das últimas semanas, MSF centrou esforços na sensibilização sobre a doença. Além disso, organizou workshops sobre higiene e sobre o uso do cloro e informou figuras chaves da comunidade, como escolas, farmácias e ONGs locais.
Os sintomas do cólera incluem vômito profuso e diarreia, resultando em grave desidratação. É uma doença altamente contagiosa, mas pode ser prevenida através de práticas de higiene rigorosas e do consumo de água potável. O atendimento é simples: muitos pacientes recebem uma solução de reidratação oral, tratamento que tem a quantidade correta de eletrólitos para reidratar o paciente. Casos mais graves são tratados com o uso de solução intravenosa.
MSF vai continuar a oferecer tratamento para pacientes de cólera até que a epidemia seja contida.
Além do cólera, também foi confirmado um surto de disenteria (Shigella flexineri) e de influenza (Tipo A) no distrito de Menyama. MSF planeja enviar também uma equipe de avaliação médica para investigar.
MSF trabalhaem Papua Nova Guiné desde 2007. Além da resposta emergencial em curso, as equipes oferecem cuidados médicos e psicológicos gratuitos para vítimas de violência sexual e doméstica em Lae, no hospital de Angau. Também há uma equipe em Tari, providenciando tratamento médico e cirúrgico para vítimas de violência no hospital de Tari.
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