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Novo relatório de MSF traz histórias de liberianos vítimas do contínuo conflito no país
Diante de um cenário de bombardeio, tiros e saques na capital da Libéria, as equipes de campo de Médicos Sem Fronteiras (MSF) informam que é cada vez maior o número de civis mortos. Só na última segunda-feira, as equipes de MSF em Monróvia trataram mais de 155 feridos e relataram 13 mortes. Pela terceira vez em menos de dois meses, dezenas de milhares de liberianos civis deslocados estão novamente fugindo a procura de proteção em estádios e em prédios e casas abandonadas na capital.
Num relatório de 28 páginas intitulado “Histórias Liberianas” divulgado hoje por MSF, liberianos deslocados dão a sua versão sobre a violência arbitrária, saques, estupro, recrutamento forçado, separação familiar e sobre o caos generalizado que tem sido parte de seu cotidiano durante mais de uma década de guerra.
“Todos os dias ouvimos os nossos pacientes nos contarem as terríveis histórias por que vêm passando nos últimos meses e anos,” diz Dra. Nathalie Civet, coordenadora de saúde de MSF em Monróvia. “Violência arbitrária, estupro e deslocamento já se tornaram comuns para eles. Agora, os combates recentes tornaram a situação ainda pior. Em Monróvia e nos acampamentos próximos ao município de Montserrado, a falta de alimentos e de cuidados de saúde combinada à situação sanitária precária levou a um surto de cólera e ao aumento da desnutrição.”
No relatório, MSF pede a todas as partes envolvidas no conflito na Libéria que respeitem o direito da população civil e suspendam os atos de violência indiscriminada, agressões sexuais, saques e recrutamento forçado. A organização apela às partes para que respeitem o direito dos civis de buscar proteção dentro e fora do país e de acessar os serviços básicos necessários à sobrevivência. MSF pede ainda que organizações de ajuda humanitária tenham acesso permitido à população civil em todas as partes da Libéria. MSF também apela aos países vizinhos para que mantenham suas fronteiras abertas para os liberianos que buscarem segurança fora do país e para que ofereçam a eles proteção adequada e assistência.
“Centenas de milhares de liberianos continuam a ser vítimas da onda cada vez maior de violência,” declara Christopher Stokes, diretor operacional de MSF. “Não há um único hospital funcionando por completo em toda a Libéria. Seis semanas atrás, organizações humanitárias tinham acesso a apenas um quarto do país. Este acesso foi agora reduzido ainda mais para apenas alguns quilômetros quadrados nos arredores de Monróvia. A maioria dos civis liberianos está sendo deixada ao sofrimento das conseqüências da crescente guerra, sozinhos e em condições deploráveis. As partes em combate devem respeitar o direito dos civis de buscar proteção no seu próprio país ou no exterior e devem oferecer a eles acesso seguro a comida, água, abrigo e tratamento de saúde.”
Presente na Libéria desde 1990, MSF administra dois hospitais com alas para consultas e internações, cirurgias e apoio nutricional em Monróvia, assim como 8 clínicas médicas, 4 centros de tratamento de cólera e pontos de distribuição de água potável para pessoas deslocadas na cidade. MSF também administra clínicas em 6 acampamentos para pessoas deslocadas nos municípios de Montserrado e Bong.
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